Palestra: “Voltando para casa” com Jane Rezende

Gravação especialmente produzida para o Centro Espírita Padre Zabeu Kauffman, de Indaiatuba (SP), em abril de 2020.

TEMA: “Voltando pra casa”

Expositora: Jane Rezende

Referência:

  • Parábola do Filho Pródigo – Evangelho de Lucas 15:11-32 

Transcrição da palestra espírita

Oi irmãos, vamos fazer nesse momento o Evangelho para que nós possamos refrigerar as nossas almas, possamos nos acalmar através dos ensinamentos do Cristo.

Que nos traz tanta paz, que nos traz tanta harmonia quando a gente e conecta com ele quando a gente busca e realmente acalma nossa alma e o recebe.

O mestre senhor Jesus, nesse instante nós vos agradecemos, senhor, a oportunidade de conhecê-lo a oportunidade de ter acesso aos vossos ensinamentos.

Agradecemos a Jesus e ao deus nosso pai maior oportunidade da vida, oportunidade desse processo reencarnatório onde nós estamos tendo a oportunidade de aprender, de nos melhorar, de nos ajudar-nos e ajudar tantos quanto se encontram ao nosso lado.

Nós vos pedimos, Jesus, que fortaleça os nossos espíritos, para que possamos ter a honra, a coragem, a força de olhar para os nossos acertos mas também para os nossos erros.

E que quando nós tenhamos a condição de olhar os nossos erros, nós possamos ser parcimoniosos, nós possamos ser amorosos conosco mesmos sem a conivência com eles.

Pois que eles nos atrasam nos paralisam nesse processo reencarnatório.

E obrigada jesus pelos teus ensinamentos, obrigada a espiritualidade maior obrigado os nossos anjos protetores por estar ao nosso lado nesta caminhada.

Abençoa jesus, abençoa deus pai a toda nossa terra amada, querida que nos recebe para esse processo de crescimento espiritual, material, psíquico, físico.

Abençoa toda a humanidade que neste momento sofre, Jesus, e dai sabedoria todos os governantes, para que trabalhem com amor, que trabalhem sem egoísmo que trabalhem com desprendimento.

Para ajudar todos aqueles que necessitam, muito obrigada, senhor, muito obrigada.

Bom, gente, Nós vamos falar hoje sobre uma passagem maravilhosa de Jesus. Jesus nos ensinava através de parábolas e de histórias.

E hoje sabemos que a o nosso cérebro a nossa mente ela aprende, olha só que a psicologia percebeu, que a nossa mente, ela aprende muito mais com histórias.

Sabe por quê? Porque a gente interpreta, porque a gente ouve porque esse neurônio trabalha para compreensão e isso grava muito mais na nossa mente física e na nossa mente psíquica.

Quando eu ouço a história, eu penso, eu interpreto. Por isso que jesus falava tanto por histórias e parábolas.

Nós vamos falar hoje sobre a parábola do filho pródigo e olha que interessante, vamos nos colocar nesse momento como filhos de Deus.

E nós estamos voltando gradativamente ao encontro dele, ou seja, nós temos o código de deus em nós, nós somos filhos dele, nós temos a essência divina.

Nossa,  como é difícil a gente acreditar que temos e que podemos fazer muito mais do que nós fazemos, mas quando nós começamos a partir para a ação, e que aí a gente observa, o que a gente fez? O que a gente venceu, o que a gente mudou, o que a gente melhorou, então isso a através da nossa atitude é que a gente percebe o quanto de dentro de nós existe de bom, de coragem, de determinação de mudança.

E que sejamos mesmo principalmente neste momento que a terra passa uma transição importante, que nós possamos ser filhos pródigos que voltam sempre.

E reconhecendo o que fez e pedindo a nova oportunidade e continua Jesus: “Certo homem tinha dois filhos ,o mais moço deles disse ao pai; pai dá-me a parte dos bens que me cabe e ele repartiu os haveres para os dois filhos.”

Então vamos pensar, nesta interpretação, e sempre eu falo nas minhas palestras que a interpretação, ela pode variar a depender assim do momento, a depender da condição, da população.

Mas sempre fica, sempre fica um ensinamento que nos faz pensar. Então veja, deus tenho dois filhos e não tem correr da palavra gente percebe que os dois filhos tiveram comportamentos diferentes.

Então os dois filhos correspondem à humanidade, e cada um com seu comportamento, com seu sentimento, com seu pensamento

E o pai não só que o nosso pai maior e aí esse filho pediu os bens que lhe era devido e aí esse pai repartiu os bens.

Passando não muitos dias, o filho mais novo, ajuntando tudo que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens vivendo dissolutamente.

Isso cabe muita relação à história da humanidade quando a gente vê estudos da história antiga, desde o início da formação da terra.

O ser humano tem uma tendência sempre de sair para o busca de algo, para conquistar algo para ter algo. E assim nós fazemos nosso processo reencarnatório.

A gente vem da espiritualidade, vem para a terra, volta e depois vem de novo. Então nascer, crescer, morrer e nascer de novo, essa é a lei do nosso crescimento.

E quantas vezes todos esses processos nossos, inclusive agora nesse processo reencarnatório nós vamos para o mundo que a gente quer, ao mundo que a gente deseja.

E depois a gente volta para o aprisco do Pai, para o seu do pai o maior. E assim é a nossa evolução.

Bom, e quando esse filho pede ao pai, “dai-me o que a gente tem direito a riqueza que me é de direito”. Nós temos uma grande grande riqueza que é o nosso livre-arbítrio.

E aí deus dá esse livre arbítrio para nós e aí nós vamos para o mundo e aí como que nós utilizamos esse livre arbítrio?

Se nós sabemos que vivemos em uma lei divina, gosto muito de ler as leis divinas,, é que a lei do plantio e da colheita.

Bom então a gente vai para o mundo a gente pega essa nossa riqueza e vamos pensar as riquezas que nós temos, o corpo, o espírito, o livre arbítrio.

E dentro dessas escolhas quando lá trás nós não temos ainda esta capacidade de fazer uma boa escolha nós dissipamos muito das nossas oportunidades.

E hoje, quantas oportunidades a gente dissipa? O tempo, o cuidado com o corpo. Não estou falando isso (gagueira) ou seja “nossa, nós não fazemos coisas boas”. Não é isso  é que nós temos esse dom, nós temos esses presentes que deus nos dá.

Nós temos essa grande oportunidade que é a vida e nesse momento que nós estamos passando nesse momento de quarentena é o momento ideal para que as gente pare, pense, receba Jesus.

Pensa em tudo que nós aprendemos, entende!? Para que a gente aproveite esse grande prêmio e essa grande riqueza e para que a gente pare para pensar “Nossa, o que que eu estou fazendo?”, “O que eu fiz?” Isso é uma oportunidade.

Isso é um presidente, ao invés de nós ficarmos longe, que a gente tem que ter contato com as notícias do dia a dia, sim, nós temos que ter contato, nós temos que saber fazer as coisas, nós temos que nos proteger.

Mas vamos aproveitar esse bem maior, essa riqueza maior que é o tempo, para que a gente entre em introspecção porque a gente pense, onde Jesus está com seus ensinamentos.

Onde eu me transformei, onde é que eu preciso me transformar mais, entende!? Porque a gente dissipa mesmo, a gente dissipa muitas coisas.

Ou seja, a gente dissipa o tempo, a gente dissipa a oportunidade do perdão, a gente dissipa a oportunidade de melhorar, a gente dissipa oportunidade de fazer melhor dentro do lar.

E quantas vezes, gente, a gente tem situações dificílimas dentro do lar, este é o momento de que no mundo nós possamos aproveitar essa fase e pensar: “Em que eu preciso mudar?”

Porque nós sabemos que a terra sofre muito hoje os impactos que são colocados nela de energia, os impactos que são colocados nela no que o ser humano tira, tira, tira, tira, tira e não repõe.

No impacto que está tendo em relação à parte climática da terra de acordo com que os seres humanos estão produzindo.

Aí o que é que acontece!? Hoje eu posso dizer, nós estamos em uma guerra biológica, eu sempre digo, é uma guerra biológica. Mas é uma guerra, olha só, que ao invés de os países lutaram entre eles, estão se unindo, nunca vi em toda minha existência.

E tudo que jornal que eu já ouvi, de todas as experiências que eu tenho tido da parte cinética e da parte e também dos trabalhos espirituais eu nunca vi tanto as pessoas se unirem.

Olha, através de uma condição tão preocupante que nos causa medo, às vezes até a depender de cada pessoa, terror, terror mesmo.

Então,  nesse momento em que a terra está nessa ebulição, ou seja, nós saímos do aprisco do pai, a lei de deus está sobre nós e nós viemos para uma terra. O que nós podemos fazer nesse instante, cada um, cada ser humano especial.

Porque somos especiais para Deus, o que nós podemos fazer? Primeiro para esse equilíbrio psíquico, para esse equilíbrio emocional, para esse equilíbrio energético que a terra pasta.

Que a terra precisa respirar, a espiritualidade precisa de nós para esse trabalho de reequilíbrio. Antes de vir esta pandemia, quantas pessoas que cometeram homicídio, suicídio, quantas depressões, quantos adultos, quantas doenças.

E quem no silêncio nós nem tinhamos conhecimento, não tínhamos. E aí hoje se faz uma comparação do índice de mortes que tem com a pandemia de hoje, com as coisas que já acontecem.

Em silêncio que muitas vezes nós não temos nem consciência do que está acontecendo. E aí o que é que deus faz? Esse pai faz!? Dá a riqueza que nos é devida.

Qual é a riqueza que nos é devida nesse instante!? O livre arbítrio. Uma riqueza maior, a oportunidade da vida, o aqui e o agora.

Uma riqueza, o pensamento, uma riqueza o tempo para que a gente consiga fazer diferente para que a gente consiga ser, onde quer que nós estejamos.

Aquele que está fazendo junto com os seres espirituais, com deus, com Jesus, a mudança desta terra para melhor.

O pai precisa de nós, nós já tivemos desde vidas lá atrás, nós já passamos por tantas experiências ruins que nós provocamos.

Mas nós temos agora o evangelho e esse evangelho ele nos dá o suporte para que a gente recomece, para que a gente modifique, para que a gente consiga mostrar através do nosso burilamento, o brilhante que tem dentro de nós.

E continuando, passado não muitos dias, o filho moço ajunta tudo que o seu pai lhe deu, partiu e vive uma vida dissoluta.

E aí, depois de ter consumido tudo que foi dado, sobreveio àquele país uma grande fome e ele começou a passar necessidade.

O que nos acontece hoje, gente!? Hoje existe uma grande fome, tanto material de alimentos, mesmo e eu nunca vi em toda a minha trajetória, tantas pessoas se unirem para dar um pouco do que tem para aquele que não tem.

Logicamente que existem situações onde aumentam os preços de forma absurda, mas vê, isso são estágios psíquicos, espirituais.

Existe a lei maior que é a lei do plantio e da colheita então o que acontece? Eu, ser humano, eu que começo a ter o conhecimento dos ensinamentos do cristo, hoje de uma forma melhor mais amadurecida.

O que neste momento eu posso fazer, por mim e pelo outro. E é engraçado que quando eu faço por mim eu faço para o outro, porque se eu me transformo, em mim eu vou dar o que eu tenho.

E se eu faço pelo outro? É a lei do dar e do receber, aquilo que você planta você colhe, então você também recebe. Olha que maravilha.

Então, hoje, se tem muita muita fome e muitas sede, também gente é do amor do perdão e da compreensão é de aceitação do ser humano, no fundo, no fundo o que nós queremos é ser aceitos se amados.

E quanto existe dentro da comunicação hoje nos estudos da comunicação não violenta muitas violências existem, Porquê? Porque uma necessidade minha, ela não foi, não foi ofertada.

Agora o que essa necessidade cada um tem a sua de acordo com o estágio espiritual mas, existe uma grande necessidade que hoje não, ainda dentro da população mundial, nossa terra é um planeta em evolução é o amor.

Em qualquer situação, em qualquer situação, guerra, fome, doença, seja o que for, o que falta, o que me falta, o amor. O amor a mim, o amor da família e o amor ao próximo.

E volto a dizer, cada um em seu estágio tem necessidade, então esta grande fome que a humanidade que passa, de perdão tem compreensão de conhecimento.

Porque muitas vezes eu tenho a fome e eu não tenho nem a coragem de fazer, digamos, aquele alimento que eu preciso porque o meu espírito está enfraquecido.

O meu espírito, às vezes tem um conhecimento da fórmula de como fazer, mas não tem a capacitação de fazer, volto a dizer estágios.

Então esta terra hoje está passando a fase de transformação, ela está mostrando para nós, ela não está exigindo, ela está nos mostrando o que nós precisamos mudar.

Então, quanto diz: “Ah, eu estou na quarentena, eu não consigo ficar em casa, eu não paro”. Ou seja, nós estamos tendo essa oportunidade e nós não estamos fazendo uma introspecção.

O que muitas vezes se nós não tivermos cuidado, pode acontecer. “Ah, eu não aguento ficar em casa, aí eu tô sentindo falta não sei de quem, eu pensei não sei o que, aí eu queria fazer isso não deu certo.”

E aí a gente perde uma grande riqueza dada por esse pai, a chance de parar esse tempo e de reconhecer quais são as nossas verdadeiras necessidades.

Como é que está o nosso lar, como é o nosso filho, ou seja, e saber trabalhar as dificuldades desse filho, a dificuldade do relacionamento.

Então que nós não percamos esta riqueza que eu tenho e olha, vamos pensar quantos de nós não dizemos assim: “Ah se eu tivesse lá para os meus 20 anos, se eu conhecesse o que eu conheço hoje eu teria feito diferente.

Não é assim que nós fazemos? E que é natural mas a gente só eu que é hoje pelo que nós passamos, tomamos consciência. Então vamos aproveitar o tesouro que é esse tempo para introspecção.

Para ver o que é que nós precisamos mudar primeiro dentro do nosso lar mesmo, porque é a célula propulsora para uma sociedade equilibrada, para um trabalho equilibrado, para uma cidade, para um país e para este planeta.

Associado ao cultivo do amor. Mas vê, nós ainda estamos caminhando no aprendizado de um amor pleno, mas que deixa essa semente desenvolver dentro de nós, porque quando Jesus fala que ele tem para nos oferecer algo que nos tira a sede a nos tira a fome.

Mas é a fome e a necessidade da alma, pois que nós somos seres espirituais na terra passando por uma experiência terrena, mas nós sempre vamos voltar para o mundo espiritual.

E quanto é difícil, mesmo que a gente tenha conhecimento, pelos nossos apegos e que é mesmo. Existe um apego à família um apego o filho, o trabalho, o apego a um grande ideal.

Quantas pessoas têm grandes ideais e neste momento precisa abdicar deles. E quando não as passamos para a vida espiritual? Muitas vezes a gente não tem nem tanto medo dessa passagem.

É do que nós vamos deixar, existe muitas vezes o bom apego, então vamos aproveitar este momento ontem está tendo muita fome e está tendo mesmo.

Está tendo mesmo e aí continuando a história de Jesus, ele fala que este filho ele se degradou tanto, ele gastou tanto do que tinha, ele não soube cultivar as riquezas.

Então ele procurou ajuda e foi um dos cidadãos daquela terra e esse mandou para os seus campos a guardar porcos.

O que é que nós estamos fazendo de escolha? O que pessoas que nós amamos estão fazendo, de escolhas? Que podem ser prejudiciais mas com o conhecimento que a gente já tem, com a nossa mudança, o que nós podemos ajudar a esse familiar.

A esse amigo a esse irmão, uma palavra de conforto, ou não julgar, o aproveitar a oportunidade e ter uma comunicação não agressiva.

Olha quantos tesouros nós temos dentro da gente ainda não cultivado e aí ele vai, cuidar desses porcos e o que acontece!? Naquele ambiente ele não tem outra comida a não ser a comida dos porcos.

Então, quantas vezes nós vamos atrás, nós nos envolvemos em situações tão difíceis e hoje na situação que nós estamos, provavelmente, nós estamos colhendo coisas diferentes.

Provavelmente melhores do que antes, então como é que eu posso me alimentar em tal situação, em locais com pessoas, nas quais eu possa aurir mais energia e que eu possa haver mais compreensão, que eu possa ter mais conhecimento para que eu me torne melhor do que eu fui lá atrás.

Então, e hoje o que a gente observa, que há grandes sofrimentos e que algumas pessoas ainda continuam provocando sofrimento e isso não é julgamento, isso é um estado psíquico.

E aí o que acontece se eu quero me alimentar de algo diferente, orar. Divaldo Franco, em uma das suas palestras que ele está dando constantemente e alevantamento para as pessoas.

Ele fez uma prece e aquilo me emocionou muito, que ele pedia não por aqueles que estavam sofrendo as consequências de algumas pessoas, mas ele pedia por aquelas pessoas que estavam provocando situações difíceis para uma unidade.

Situações difíceis para a família, imagina, ele sempre pedia não por aqueles que estavam sendo roubados mas por aqueles que roubavam.

Olha que coisa, isso é mudar de padrão, isso é mudar de estágio para que se alimente, Para que a gente possa se aurir nesse instante de transformação da terra de coisas boas.

Mas se a gente está na lei de causa e efeito, na lei de sintonia tem noção com a emoção nesse momento apesar do medo.

Eu posso ter melhor, então quando que eu me acalmo? Vai ser necessário as pessoas se ajudarem, vai ter que ter ser necessário psicólogos atuarem, médicos atuarem, professores atuarem, as pessoas que não têm profissão atuarem, uma palavra de conforto para o irmão que está ao lado.

Mas então e onde eu possa adquirir isso para que eu tenha e eu ter através da conexão com jesus, através da conexão com a espiritualidade maior e quando é que eu vou me conectar?

Quando eu paro, quando eu mudo meu padrão emocional, quando eu uso o meu padrão de pensamento e de sentimento. E aí depois, de tanto sofrimento fala o filho: “levantar-me-ei e irei ter com meu pai e lhe direi pai…”. Até arrepia, gente. “Pequei contra o céu e diante de ti já não sou digno de ser chamado de teu filho, trata-me como um dos teus trabalhadores.”

Isso aqui mostra muito a humildade, ou seja, a consciência de que errou e muitas vezes que a gente não tem, não tem coragem de voltar-se para cima e voltar para deus por vergonha, por vaidade, por egoísmo.

Cada um tem seu motivo, mas seja ele qual for, há uma necessidade de retomar a vida, mas a vida espiritual, para que possamos ter uma vida material equilibrada e não o contrário.

Então, o que acontece? quando a gente tem essa consciência de que a gente pecou mas ter a capacidade like se perdoar, o auto-perdão é igual à conivência, “A, me perdoa. me perdoa”. Não é isso.

A gente vai sofrer as consequências do lado bom e do lado que nos prejudique mas a capacidade de autocompreensão, porque se eu me compreendo, eu me perdoo, eu consigo perdoar o outro.

Eu consigo compreender o outro, então nós nos voltarmos nesse instante, que é um momento, essa pandemia está nos colocando diante de nós mesmos.

Essa pandemia está nos chamando para dentro do lar, essa pandemia está nos chamando para o criador, para uma grande mudança para uma grande mudança.

Então, mesmo com medo, nós estamos com medo sim, mas não sermos reféns desse medo, ele tem uma grande função na nossa vida que é fazer com que a gente não faça besteira.

Esse é um lado dele, agora quando a gente se entrega a ele a gente paralisa e nada faz, aí é o lado prejudicial.

Mas com esse medo, a gente retornar ao pai. Então esse é o filho, que foi, pediu, aproveitou, perdeu, retornou ao seio do pai maior.

E aí ele volta para casa e aí o pai sente-se feliz e aí fala o pai para o servos: “Trazei depressa a melhor roupa, vestiu, ponto ele um anel no dedo e sandálias nos pés.” Anel no dedo, gente, quer dizer o quê? Você é meu filho você é da minha família.

Sandália nos pés quer dizer o quê? “Você tem um piso você tem onde pisar e que te proteja.” Que proteja os seus pés, proteja sua vida, proteja seu processo reencarnatório.

É assim que deus faz conosco, entende!? Então, quanto a gente retoma e esse pai nos aceita, é necessário a gente aceitar isso, sabe por quê!? Quantas vezes a gente fica com remorso?

Hoje já se sabe que segundo os estudos que eu faço para o lado espiritual, Joanna de Ângelis fala que a depressão está muito ligada a muitas cargas que a gente traz no nosso espírito.

E ver muitas vezes de forma inconsciente, um dos motivos também da depressão é a não aceitação da vida que nós temos mas é uma consequência para o nosso aprendizado daquilo que nós tivemos experiências para trás.

Então, que nós aceitemos esse recomeço, essa aceitação do pai como a gente se perdoando também, isso é importante, entende?

E olha só, aí vem o segundo filho, lembra que lá no início eu falei dois filhos, cada um com a sua personalidade. Então ele mostra nessa parábola, que existem peculiaridades para cada ser humano.

Aí, o filho mais velho, quando vê, ele pergunta ao pai porque aquela festa e o pai faz. “Veio o teu irmão e teu pai mandou matar o novilho”, isso responde um servo e esse irmão não aceitou.

Então veja, um ficou e foi mais velho, ficou. O outro foi embora. Um ficou ali naquela vidinha, não aprendeu, não viveu nada, mas sempre esperando posteriormente receber o que era dele de direito.

Mas também não produziu muito, em termos de aprendizado, o outro foi dissipou, aprendeu, então são estágios espirituais que todos nós nos encontramos, às vezes de não fazer nada, às vezes de fazer tanto.

Desperdiça o tempo, mas depois volta com grande experiência. E tem uma passagem na bíblia que fala o seguinte, que deus não deixa nenhum ovelha se perder, ele vai atrás de todas.

E uma e outra passagem que eu tenho essa interessante é, que quando um pecador, ele é resgatado, o céu se alegra, olha que interessante, não é!?

Não é que deus não liga para o outro, que não não falou vou para aquele outro está indo, está crescendo, mas quantas vezes nós, como o pai, nos detemos porque se diz que nos dá mais trabalho.

Aquele filho mais teimoso, aquele filho que tem mais riscos de ir para o mundo, não é que nós não gostamos do outro, não. É que aquele está indo, aquele está fluindo, entende!?.

Mas precisa de atenção também, mas existe aquele outro que quando retoma e que sabe o que é o erro, aquele realmente entra no reino dos céus.

E esse filho achou ruim porque disse: “Eu aqui estou, nunca fizeste para mim nada, não mataste para mim um novilho.” E aí o pai fala: “Filho, o que é meu é de vocês.”

Então, muitas vezes eu vi a interpretação, e volto a dizer, todas as interpretações têm o seu valor, mas essa eu achei muito interessante, de não só que o primeiro filho que foi embora é um filho ingrato e o outro ficou é o bonzinho, não.

São estágios, é só uma das interpretações, são estágios psíquicos, estágios espirituais e que todos eles necessitam de um aprendizado, enquanto um foi humilde, mostra humildade quando diz “pequei”, quero teu perdão.

Que é uma oportunidade, tem um que não aceita que esse filho volte, que não aceita essa festa e não aceita a nova vestimenta, então esse é um lado egoísta, e veja, todos nós temos um pouco disso.

Então que nós aproveitemos esse momento, esta mensagem, essa história dada pelo cristo, para que a gente possa ver deus nosso pai, provedor, amigo que nos dá um grande prêmio, um grande tesouro.

Que não é só a matéria, ele nos dá o tesouro do corpo ele nos fez imagem e semelhança dele, o tesouro do tempo, o tesouro do livre-arbítrio, tesouro do próprio processo reencarnatório.

Esse é o momento de cada um, que nós deixamos para trás aquele que nós fizemos e que eu não concordamos, não gostamos e esquecer não se pode, porque existe no caminho neurológico cerebral físico.

Mas que a gente conviva com as nossas dificuldades e que nós possamos conversar com elas, que possamos modificar, aproveitar essa oportunidade e pedir a Jesus que possamos ter a grande oportunidade de trabalhar junto com espiritualidade.

Não precisa estar um templo religioso, só é dentro do nosso, lar dentro do nosso trabalho, com a sociedade onde quer que nós estejamos, nós podemos fazer parte da mudança desse mundo.

Da mudança da energia da terra, da mudança da intensidade de infecções que quando eu modifico realmente interiormente, eu modifico meu sistema imunológico, eu me protejo, entente!?

E é uma mensagem que eu vi também eu tenho ouvido muito esses dias de Divaldo Franco, ele falou: “Nesse processo, pessoas vão ficar e pessoas irão.”

Que deus nos prepare para qualquer situação que aconteça, porque se nós ficarmos nós temos uma grande função emissão não é só com outro, conosco mesmo.

E se nós, e se chegar o momento de irmos para a espiritualidade, nós também vamos ter uma missão, quer a gente vai uma parte religiosa ou não mas vai existir nessa fase de transição vai desse mesmo a necessidade de cada um de nós de ajudar nesse processo.

Que a terra passa e que tenhamos a gratidão a esse planeta por nos ajudar, por nos receber, por nos acompanhar séculos e séculos nesse processo.

Que Jesus nos abençoe. Mestre, senhor Jesus, agradecemos, senhor, a oportunidade da vida, te agradecemos senhor jesus, estar aqui na terra.

Abre os nossos olhos querido amigo, abre não, ajuda-nos com os vossos ensinamentos, abre os nossos olhos para a realidade da alma para que possamos compreender, aceitar o que nós somos, o que as pessoas são.

Como a vida nos apresenta, mais dai-nos a sabedoria para sabermos fazer da melhor forma, Jesus, e que tenha uma força no espírito, na mente na emoção.

Para que transformemos a nós e que possamos ajudar a essa terra nesse processo de transformação. Obrigado, Jesus, por tudo e sempre. Muito obrigado.